Pesquisa revela que 30% dos americanos praticam astrologia ou consultam tarô, com maior adesão entre mulheres (37%) e comunidade LGBTQIA+ (45%). Jovens de 18-29 anos são os mais interessados, impulsionando crescimento de 40% nas consultas de tarô online nos últimos anos.
Você já parou para pensar como os astros podem influenciar sua vida? Uma pesquisa do Pew Research Center revelou que 30% dos norte-americanos consultam astrologia, tarô ou videntes pelo menos uma vez por ano. E os números são ainda mais surpreendentes entre mulheres e a comunidade LGBTQIA+.
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ToggleQuem mais acredita: mulheres e LGBTQIA+ lideram o interesse
As mulheres são as que mais acreditam na astrologia nos EUA: 37% delas consultam os astros regularmente, contra apenas 20% dos homens. A diferença é ainda maior entre jovens adultos de 18 a 29 anos.
Comunidade LGBTQIA+ e a conexão espiritual
Dentro da comunidade LGBTQIA+, os números impressionam: 45% afirmam que a astrologia tem influência em suas decisões. Muitos relatam que os signos ajudam no autoconhecimento e aceitação pessoal.
Pesquisadores explicam que grupos historicamente marginalizados costumam buscar mais alternativas espirituais. A astrologia oferece um sistema de crenças menos institucionalizado que as religiões tradicionais.
Diferenças por faixa etária
Entre os millennials (25-40 anos), 42% dizem que os signos são importantes. Já na geração Z (18-24), o interesse é ainda maior, com 49% acompanhando seus horóscopos.
Os baby boomers (57-75 anos) são os mais céticos – apenas 17% levam a astrologia a sério. Essa divisão geracional mostra como as novas gerações estão reformulando conceitos de espiritualidade.
Tarô e vidência: menos populares, mas em alta entre jovens
Enquanto a astrologia lidera as crenças, o tarô e a vidência aparecem como práticas menos populares, mas em crescimento. Apenas 15% dos americanos consultam cartomantes ou videntes com regularidade.
O boom entre os jovens
Entre jovens de 18 a 24 anos, o interesse por tarô cresceu 40% nos últimos 3 anos. Plataformas como TikTok e Instagram impulsionaram essa tendência, com perfis de tarólogos ganhando milhões de seguidores.
Muitos jovens relatam usar o tarô como ferramenta de autoconhecimento, não apenas para prever o futuro. As leituras online, mais acessíveis que as consultas presenciais, também ajudaram na popularização.
Diferenças regionais nos EUA
Os estados da costa oeste, como Califórnia, têm o maior número de consultas. Já no sul conservador, essas práticas são menos populares. Cidades grandes como Nova York e Los Angeles concentram os principais profissionais do ramo.
Curiosamente, 60% dos que consultam tarô também acreditam em astrologia. Isso mostra como essas crenças alternativas costumam andar juntas na vida das pessoas.
Conclusão
Os números mostram que a astrologia e práticas esotéricas estão mais presentes no dia a dia do que muitos imaginam. Enquanto mulheres e a comunidade LGBTQIA+ lideram essa tendência, os jovens estão descobrindo novas formas de se conectar com o espiritual, especialmente através do tarô digital.
Essas práticas, que antes eram vistas com ceticismo, hoje ajudam muitas pessoas no autoconhecimento e tomada de decisões. Seja pelos signos ou pelas cartas, o importante é encontrar o que faz sentido para cada um. Afinal, em um mundo cada vez mais digital, buscar conexões e significados parece ser uma necessidade humana que veio para ficar.
Fonte: G1.globo.com


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