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Brasil reivindica ilha submersa rica em terras raras no Atlântico

A Elevação do Rio Grande possui vastas reservas de terras raras essenciais para tecnologias verdes e indústria de ponta. O Brasil está desenvolvendo tecnologia para explorar esses minerais em águas profundas, o que pode posicionar o país como líder global no setor até 2040, gerando trilhões em valor econômico.

O Brasil está no centro de uma disputa internacional por uma ilha submersa no Atlântico, rica em terras raras, minerais essenciais para a transição energética. Mas o que isso significa para o país e o mundo? Vamos explorar.

Brasil reivindica ilha submersa no Atlântico

O Brasil está formalizando uma reivindicação sobre a Elevação do Rio Grande, uma área submersa no Oceano Atlântico com potencial para extração de terras raras. Esses minerais são essenciais para a produção de tecnologias verdes, como turbinas eólicas e baterias de veículos elétricos.

A região, localizada a cerca de 1.500 km da costa brasileira, possui características geológicas únicas. Estudos indicam que pode conter reservas significativas de minerais estratégicos, colocando o Brasil em uma posição privilegiada no cenário global.

O processo de reivindicação está sendo conduzido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM). A área cobre aproximadamente 3.000 km², equivalente ao tamanho do estado do Rio de Janeiro.

Se aprovada pela ONU, a reivindicação permitiria ao Brasil explorar recursos minerais em águas internacionais. Isso poderia transformar o país em um dos principais fornecedores mundiais de matérias-primas para a transição energética.

Elevação do Rio Grande: o que sabemos

A Elevação do Rio Grande é uma formação submersa no Atlântico, descoberta na década de 1950. Essa cadeia de montanhas submarinas fica entre Brasil e África, com profundidades que variam de 700 a 3.000 metros.

Pesquisas recentes mostram que a área tem vulcões extintos e crosta continental. Isso indica potencial para terras raras e outros minerais valiosos. Cientistas encontraram nódulos polimetálicos no local.

A região é tão grande que equivale a três vezes o estado de Sergipe. Sua formação geológica lembra áreas terrestres ricas em minerais, como Minas Gerais.

O Brasil já enviou sete expedições científicas para estudar a área. Essas pesquisas são fundamentais para comprovar nossos direitos sobre a região segundo as leis internacionais.

Minerais do futuro: o que são terras raras

As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para tecnologias modernas. Apesar do nome, não são tão raras – o desafio está em encontrá-las em quantidades que valham a exploração.

Esses minerais são vitais para celulares, turbinas eólicas e carros elétricos. O neodímio, por exemplo, é usado em imãs superpotentes, enquanto o lantânio aparece em baterias recarregáveis.

O Brasil tem a segunda maior reserva mundial desses minerais, mas produz apenas 1% do total global. A China domina o mercado, controlando cerca de 80% da produção mundial atualmente.

O que torna essas terras tão valiosas? Suas propriedades magnéticas e luminescentes únicas, que não podem ser facilmente substituídas em muitas aplicações tecnológicas.

Importância estratégica para o Brasil

Fonte: Defesa em Foco

As terras raras da Elevação do Rio Grande representam uma oportunidade única para o Brasil. Dominar essa reserva colocaria o país na liderança da produção de tecnologias verdes e digitais.

Atualmente, o Brasil importa a maioria desses minerais, gastando milhões de dólares por ano. Com a exploração local, poderíamos reduzir custos e criar uma indústria nacional de alta tecnologia.

Esses recursos também são estratégicos para a soberania nacional. Países como EUA e União Europeia estão buscando reduzir sua dependência da China, principal fornecedor global atualmente.

Além do valor econômico, controlar essas reservas daria ao Brasil maior influência nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas e transição energética.

Estudos científicos comprovam potencial

Pesquisas da Universidade de São Paulo e do Serviço Geológico do Brasil comprovaram o potencial mineral da Elevação do Rio Grande. Amostras coletadas mostram concentrações significativas de terras raras e outros metais valiosos.

Os estudos usaram tecnologia de ponta, como sonares multifeixe e robôs submarinos. Eles mapearam mais de 50 pontos promissores para exploração mineral na região.

As análises laboratoriais revelaram teores de neodímio e disprósio comparáveis aos das maiores minas terrestres. Esses dois elementos estão entre os mais valiosos para a indústria de energias renováveis.

Os cientistas estimam que a área possa conter reservas capazes de suprir a demanda global por décadas. Porém, ainda são necessários mais estudos para confirmar a viabilidade econômica da exploração.

Processo de reivindicação na ONU

O Brasil está seguindo todos os passos da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar para reivindicar a Elevação do Rio Grande. O processo começou em 2004 e deve se estender até 2025.

Até agora, o país já apresentou duas submissões à ONU com provas científicas. A Comissão de Limites da Plataforma Continental analisa se a área é extensão natural do território brasileiro.

Se aprovada, a reivindicação daria ao Brasil direitos exclusivos sobre os recursos do subsolo marinho. Isso inclui minerais, mas não afeta a navegação ou pesca na superfície.

O governo brasileiro investiu mais de R$ 100 milhões em pesquisas para comprovar seus direitos. A decisão final da ONU pode criar um novo marco na exploração oceânica.

Impacto ambiental e desafios

A exploração de terras raras no fundo do mar traz preocupações ambientais importantes. A mineração submarina pode afetar ecossistemas marinhos ainda pouco estudados pela ciência.

Os maiores riscos incluem a destruição de habitats e a liberação de sedimentos tóxicos. Esses sedimentos podem contaminar a água e afetar a vida marinha por quilômetros de distância.

O Brasil terá que desenvolver tecnologias de mineração menos agressivas ao meio ambiente. Países como Japão e Alemanha já testam métodos que reduzem o impacto nos oceanos.

Outro desafio é criar regras claras para proteger a biodiversidade. Especialistas sugerem áreas de preservação e monitoramento constante durante as operações.

Comparação com outras reservas globais

A Elevação do Rio Grande pode se tornar uma das maiores reservas de terras raras do mundo. Estudos preliminares sugerem que seu potencial é comparável às ricas jazidas da China, atual líder mundial.

Diferente dos depósitos terrestres, os minerais marinhos brasileiros apresentam maior concentração de elementos valiosos. Enquanto minas chinesas têm 5-10% de terras raras, nossas amostras chegam a 15-20%.

Comparado à montanha submarina Tropic, explorada pelo Reino Unido, o potencial brasileiro é três vezes maior. Porém, nossa profundidade média (2.000m) é mais desafiadora que os 1.000m dos depósitos japoneses.

O Brasil poderia superar os EUA em reservas comprovadas, ficando atrás apenas da China. Mas precisamos avançar nas pesquisas para confirmar esses números.

Tecnologia e beneficiamento no Brasil

O Brasil já domina parte da tecnologia necessária para extrair e beneficiar terras raras. O Centro de Tecnologia Mineral (CETEM) desenvolve métodos eficientes desde a década de 1990.

Para a Elevação do Rio Grande, estão sendo adaptadas tecnologias de mineração offshore. Empresas nacionais criaram equipamentos resistentes à alta pressão marinha.

O maior desafio está no beneficiamento, que exige processos químicos complexos. Atualmente, o país envia minérios para refino na China, perdendo valor agregado.

Novas parcerias com universidades buscam desenvolver toda a cadeia produtiva no Brasil. Isso inclui desde a extração até a fabricação de ímãs e baterias.

Investimentos em pesquisa podem colocar o país entre os líderes em tecnologia mineral. O know-how brasileiro em mineração profunda é um diferencial importante.

Perspectivas econômicas e geopolíticas

A exploração da Elevação do Rio Grande pode transformar o Brasil em potência mineral. Estudos apontam que o valor econômico pode ultrapassar US$ 1 trilhão em 20 anos.

O país reduziria sua dependência de importações de terras raras, hoje controladas pela China. Isso fortaleceria nossa indústria de alta tecnologia e energias renováveis.

Geopoliticamente, o Brasil ganharia importância no cenário internacional. Poderíamos negociar melhores acordos comerciais e parcerias tecnológicas.

O projeto criaria milhares de empregos qualificados e desenvolveria novas cadeias produtivas. Setores como defesa, telecomunicações e veículos elétricos seriam beneficiados.

Especialistas alertam para a necessidade de proteger esse patrimônio estratégico. O Brasil precisará de políticas claras para evitar conflitos internacionais.

O que dizem os especialistas

Geólogos marinhos destacam o potencial único da Elevação do Rio Grande. Eles afirmam que a região tem concentrações raras de minerais estratégicos.

Economistas alertam para os desafios de viabilizar a exploração comercial. Os custos iniciais são altos, mas o retorno pode ser extraordinário.

Ambientalistas pedem cautela e estudos detalhados antes da mineração. Eles sugerem criar áreas de proteção para espécies marinhas ameaçadas.

Juristas internacionais explicam que a ONU tem regras rígidas para exploração. O Brasil precisará provar que tem tecnologia para operar com segurança.

Empresários do setor mineral veem uma chance histórica para o país. Eles defendem parcerias entre governo e iniciativa privada.

Próximos passos e prazos

O governo brasileiro planeja concluir os estudos de viabilidade até 2026. Essas pesquisas vão mapear com precisão as reservas de terras raras no fundo do mar.

Até 2028, devem ser definidas as regras para exploração comercial. A Agência Nacional de Mineração já está preparando a legislação específica.

Empresas nacionais e internacionais podem começar a licitação em 2030. Os primeiros contratos de exploração devem ser assinados até 2032.

Os testes com tecnologia de mineração em águas profundas começam em 2025. O Brasil vai adaptar equipamentos usados na exploração de petróleo.

Especialistas estimam que a produção comercial pode começar entre 2035 e 2040. Tudo depende dos resultados das pesquisas iniciais.

O futuro das terras raras no Brasil

A Elevação do Rio Grande representa uma oportunidade única para o país se tornar líder em minerais estratégicos. Com tecnologia e planejamento, podemos explorar esses recursos com responsabilidade.

Os próximos anos serão decisivos para transformar esse potencial em realidade. O Brasil precisa investir em pesquisa e parcerias para dominar toda a cadeia produtiva.

Os desafios são grandes, mas os benefícios podem colocar o país em posição de destaque no cenário global. Terras raras são essenciais para tecnologias verdes e indústrias de ponta.

Com boas políticas e cuidado ambiental, essa riqueza marinha pode impulsionar nosso desenvolvimento por décadas.

Fonte: G1 Globo

Saiba Mais

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Jason Gunner, apaixonado por internet e História, é licenciado em História e Geografia, com especializações em História Antiga, Gamificação e Educação 4.0. Com mais de 10 anos de experiência, leciona Geografia no Colégio Espaço Verde desde 2022.

 

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Jason J. Guedes Jr.

Jason J. Guedes Jr.

Professor e Escritor

Jason Guedes, apaixonado por internet e História, é licenciado em História e Geografia, com especializações em História Antiga, Gamificação e Educação 4.0. Com mais de 10 anos de experiência, leciona Geografia no Colégio Espaço Verde desde 2022.

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