A COP30 em Belém destacou a ausência dos EUA devido ao negacionismo ambiental, mas o Pará avançou com parcerias como o Vale Bioamazônico com a Califórnia e criou o Fundo Florestas para Sempre, demonstrando que ações locais podem superar obstáculos federais na luta climática.
O COP30 em Belém está marcado por uma ausência que salta aos olhos: os Estados Unidos não estão presentes, e segundo o governador do Pará, Helder Barbalho, isso não é coincidência, mas sim uma escolha política baseada no que ele chama de “negacionismo ambiental”. Mas será que essa ausência pode abrir espaço para outras formas de cooperação?
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ToggleCrítica aos EUA e negacionismo ambiental
O governador do Pará, Helder Barbalho, foi direto ao ponto sobre a ausência dos Estados Unidos na COP30. Ele afirmou que os americanos não vieram porque defendem o negacionismo ambiental. Essa posição contraria completamente o propósito da conferência.
Barbalho explicou que alguns países ainda não entendem a urgência das mudanças climáticas. Eles preferem ignorar os alertas científicos. Essa atitude prejudica todo o planeta.
O governador destacou que o negacionismo não é apenas uma opinião. Ele tem consequências reais para o meio ambiente. Florestas são destruídas e espécies desaparecem por causa disso.
Muitos especialistas concordam com Barbalho. Eles dizem que alguns governos ainda duvidam do aquecimento global. Essa dúvida atrasa ações importantes contra as mudanças climáticas.
O Pará quer mostrar que é possível crescer sem destruir a natureza. Mas isso exige que todos os países cooperem. A ausência dos EUA dificulta esse trabalho.
Parceria com Califórnia e Vale Bioamazônico

Mesmo com os EUA ausentes, o Pará fechou uma parceria importante com a Califórnia. O estado americano mostrou interesse em trabalhar junto com o Brasil. Eles querem ajudar a proteger a Amazônia.
Juntos, vão criar o Vale Bioamazônico. Esse projeto vai incentivar negócios sustentáveis na região. A ideia é mostrar que a floresta vale mais em pé do que derrubada.
O Vale Bioamazônico vai apoiar comunidades locais. Eles vão aprender a usar os recursos da floresta sem destruí-la. Produtos como açaí, castanhas e óleos naturais serão valorizados.
A Califórnia tem experiência em tecnologias verdes. Eles vão compartilhar esse conhecimento com o Pará. Isso vai ajudar a criar empregos e renda na região.
Essa parceria prova que é possível cooperar mesmo sem o governo federal dos EUA. Estados e cidades podem fazer a diferença. A Califórnia está mostrando o caminho para outros lugares.
Fundo Florestas para Sempre e consciência climática
O Pará também lançou o Fundo Florestas para Sempre durante a COP30. Esse fundo vai financiar projetos de proteção ambiental. O objetivo é manter as florestas em pé para sempre.
O fundo receberá dinheiro de diferentes fontes. Empresas, governos e pessoas podem contribuir. Todo o valor será usado para cuidar da natureza.
Helder Barbalho falou sobre a importância da consciência climática. Ele disse que precisamos mudar nossa forma de pensar. As pessoas devem entender que suas ações afetam o planeta.
A consciência climática começa com educação. Crianças e adultos precisam aprender sobre meio ambiente. Pequenas mudanças no dia a dia fazem grande diferença.
O governador explicou que proteger florestas não é só dever do governo. Toda a sociedade deve participar. Juntos podemos garantir um futuro melhor para todos.
O que a COP30 nos ensina sobre cooperação ambiental
A COP30 em Belém mostrou que as mudanças climáticas exigem ação imediata de todos. A ausência dos EUA não impediu avanços importantes nas discussões.
O Pará provou que é possível buscar parcerias mesmo quando alguns países faltam. A cooperação com a Califórnia e a criação do Vale Bioamazônico são exemplos disso.
O Fundo Florestas para Sempre demonstra compromisso real com a proteção ambiental. Essas iniciativas mostram que estados e cidades podem liderar mudanças.
A consciência climática está crescendo em todo o mundo. Cada pessoa, empresa e governo tem papel nessa transformação. Juntos podemos construir um futuro mais sustentável.
Fonte: G1


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